Apple volta a ser marca mais valiosa do mundo

Itaú, Banco do Brasil e Bradesco são as brasileiras que aparecem no ranking global de 2024 da Brand Finance

Redação Reputation Feed

Diversificação de estratégia, como a aposta em wearables, contribuiu para aumento de valor da marca da fabricante do iPhone – Foto: Shutterstock/Divulgação

Depois de perder o posto de marca mais valiosa do mundo para a Amazon em 2023, a Apple retornou ao pódio, segundo o relatório Global 500 2024 da consultoria Brand Finance, divulgado nesta quarta-feira (17). Com um aumento de 74% em relação ao ano passado, o valor de marca da Apple alcançou US$ 517 bilhões, conquistando uma grande margem em relação à segunda colocada, a Microsoft (US$ 340,4 bi); à terceira, Google (US$ 333,4 bi) e à quarta, a Amazon (US$ 308,9 bi). Mais uma vez, as empresas de tecnologia lideram o ranking.

“A Apple aumentou o valor da sua marca através da diversificação estratégica e da ‘premiumização’, abandonando a forte dependência das vendas do iPhone e apostando em wearables (como applewatch e óculos de realidade virtual) e serviços, como as assinaturas da Apple TV. Mais de 50% dos entrevistados reconheceram a Apple como cara, mas vale o preço, reforçando a capacidade da marca de cobrar um preço premium”, destaca David Haigh, presidente e CEO da Brand Finance, no relatório.

A pesquisa também encontrou ganhos significativos entre as marcas que fizeram fortes investimentos em Inteligência Artificial, como a empresa de chips norte-americana NVIDIA, cujo valor da marca aumentou 163%, para US$ 44,5 bilhões, tornando-se a marca de crescimento mais rápido do mundo. Assim como a Microsoft, que saltou duas posições, para o segundo lugar, com um aumento de 78% no valor de marca.

Marcas brasileiras mais valiosas

Apenas três brasileiras aparecem entre as 500 marcas mais valiosas do ranking. Itaú, com US$ 8,3 bilhões, na 263ª colocação da lista geral, Banco do Brasil, que alcançou US$ 5,5 bilhões e ficou 431º lugar, e Bradesco, com US$ 5 bilhões e em 477º, na classificação. Na América Latina, a Corona superou o Itaú no ranking deste ano, com um valor de marca de US$ 10,4 bilhões.

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